segunda-feira, 29 de junho de 2009

Uns pastelinhos de belém - percursos



Fábrica dos pastéis de Belém
Em 1837, em Santa Maria de BelémBelém, próximo ao Mosteiro dos Jerónimos, numa tentativa de subsistência, os clérigos do mosteiro puseram à venda numa loja precisamente uns pastéis de nata. Nessa época, a zona de Belém ficava longe da cidade de Lisboa e o seu acesso era assegurado por barcos a vapor. A presença do Mosteiro dos Jerónimos e da Torre de Belém atraíam inúmeros turismoturistas que depressa se habituaram aos ''pastéis de Belém''.
Na sequência da Guerra Civil Portuguesa (1828-1834)revolução liberal de 1820, em 1834 o mosteiro fechou. O pasteleiro do convento decidiu vender a receita ao empresário português vindo do Brasil Domingos Rafael Alves, continuando até hoje na posse dos seus descendentes.
No início os pastéis foram postos à venda numa refinaria de açúcar situada próximo do Mosteiro dos Jerónimos. Em 1837 foram inauguradas as instalações num anexo, então transformado em pastelaria, a "Casa Pastéis de Belém". Desde então, aqui se vem trabalhando ininterruptamente, confeccionando cerca de 10.000 pastéis por dia. A receita, transmitida e exclusivamente conhecida pelos mestres pasteleiros que os fabricam artesanalmente na Oficina do Segredo, mantém-se igual até aos dias de hoje. Tanto a receita original como o nome "Pastéis de Belém" estão patenteados.



Actualmente, na maioria dos cafés de Portugalé possível comprar pastéis de nata, provenientes da indústria de pastelaria, mas os originais continuam a ser os da pastelaria de Belém (apenas estes podem ser denominados Pastéis de Belém), em Lisboa, que preservam na sua secular existência o segredo e o saber da sua confecção. Como um doce português, o pastel de nata é também bastante comum no Brasil.






Bela saida esta de lanchar-mos nos pastelinhos de Belém.




Direcções de condução para Pastéis De Belém
18,6 km – acerca do 38 min.Via R. das Musas
Rotas sugeridas

Escola Secundária De Sacavém
R. Sport Grupo Sacavenense
2685 Sacavém, Loures
219 499 800
1. Seguir sul em frente R. Sport Grupo Sacavenense 66 m
2. Na rotunda, seguir pela 1.ª saída para R. de Longa 0,2 km
3. Virar à direita na R. Cidade de Goa 1,0 km
4. Na rotunda, seguir pela 3.ª saída para Av. de Moscavide 0,3 km
5. Continuar na R. Mário Fernando Santos 0,3 km
6. Virar à direita na Rotunda da Portela 52 m
7. Virar à esquerda para continuar na Rotunda da Portela 8 m
8. Virar à direita na Av. Dom João II 0,9 km
9. Curva ligeira à direita para continuar na Av. Dom João II 0,5 km
10. Curva ligeira à esquerda para continuar na Av. Dom João II 24 m
11. Virar à esquerda para continuar na Av. Dom João II 25 m
12. Virar à direita na Av. do Indico 0,1 km
13. Virar à direita na Alameda dos Oceanos Passar 1 rotunda 0,9 km
14. Virar à esquerda na R. Pedro e Inês 0,2 km
15. Virar à direita na R. das Musas 0,6 km
16. Virar à direita na R. dos Argonautas 0,2 km
17. Virar à esquerda na Alameda dos Oceanos 0,2 km

18. Em Rotunda da Expo 98, seguir pela 2.ª saída para a rampa da R. da Cintura do Porto de Lisboa 0,3 km
19. Convergir com R. da Cintura do Porto de Lisboa 0,1 km
20. Continuar na R. Cintura do Porto 0,8 km
21.Virar à direita na Praça 25 de Abril 0,1 km
22. Curva ligeira à direita na R. do Mar 84 m
23. Curva ligeira à direita na Av. Infante Dom Henrique 5,2 km
24. Curva ligeira à esquerda na Praça do Comércio 0,2 km
25. Continuar na Av. da Ribeira das Naus 0,4 km
26. Continuar na Cais do Sodré 0,2 km
27. Continuar na Av. 24 de Julho 0,1 km
28. Curva ligeira à direita para continuar na Av. 24 de Julho 0,9 km
29. Curva ligeira à esquerda para continuar na Av. 24 de Julho 0,9 km
30. Continuar em frente para continuar na Av. 24 de Julho 0,5 km
31. Continuar na Av. da Índia/N6 Continuar a seguir Av. da Índia 2,6 km
32. Virar à direita na Praça Afonso de Albuquerque 0,1 km
33. Virar à esquerda para continuar na Praça Afonso de Albuquerque 0,2 km
34. Continuar na R. de Belém 0,1 km Pastéis De Belém R. de Belém 84
1300 Santa Maria de Belém, Lisboa

objectos de uso comum brincadeiras

Quem diz que esta imagem é a que está em baixo?







Este programa Dumpr.net vai dar-me muito gosto para criar efeitos nas imagens.

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Lenda das Amendoeiras em Flor



Lenda das Amendoeiras
Há muitos séculos, reinava em Chelb, a futura Silves, o rei Ibn-Almundim. Este rei nunca tinha conhecido uma derrota.
Um dia, entre os prisioneiros de uma batalha, viu a linda Gilda, uma princesa de longas tranças da cor do sol caiam sobre os seus ombros, o azul dos seus olhos rivalizava com a cor do céu do Al-Gharb, limpo de nuvens e luminoso .
Impressionado, o rei mouro deu-lhe a liberdade. Conquistando progressivamente a confiança de Gilda, confessou-lhe o seu amor e pediu-a em casamento. Foram felizes durante algum tempo. Um dia, a bela princesa do Norte adoeceu sem razão aparente. Um velho cativo das terras do Norte pediu para ser recebido pelo rei e revelou-lhe que a princesa sofria de nostalgia da neve do seu país distante.
Então, Ibn-Almundim mandou plantar por todo o seu reino muitas amendoeiras,floriam estas na primavera e os campos ficavam manchados de branco. Ao resplandecer de um dia primaveril o jovem príncipe conduziu a sua amada para a varanda do castelo e até onde a vista alcançava os campos estavam plenos de branco. Luz e felicidade irradiou do belo rosto e a chegada da primavera era de regozijo pelo despontar das amendoeiras em flor, branqueando os campos de Xelbe, debaixo do céu azul, iluminado pelo sol. Romântica lenda que perdura nas tradições e lendas de Portugal!









Lenda das Sete Cidades





Lenda das Sete Cidades
Conta a lenda que o arquipélago dos Açores é o que hoje resta de uma ilha maravilhosa e estranha onde vivia um rei possuidor de um grande tesouro e uma imensa tristeza por não ter um filho que lhe sucedesse no trono. Esta dor tornava-o amargo com a sua rainha estéril e cruel com o seu povo. Mas uma noite perante os seus olhos desceu uma estrela muito brilhante dos céus que aos poucos se foi materializando numa mulher de beleza irreal envolta em luz prateada. Com uma voz que mais parecia música essa mulher prometeu-lhe uma filha bela como o sol sob a condição que o rei expiasse a sua crueldade e injustiça através da paciência. O rei teria que construir um palácio rodeado por sete cidades cercadas por muralhas de bronze que ninguém poderia transpor. A princesinha ficaria aí guardada durante trinta anos longe dos olhos e do carinho do rei. O rei aceitou o desafio. Decorreram 28 anos e com eles cresceram a impaciência e o sofrimento do rei, que um dia não aguentou mais. Apesar de ter sido avisado que morreria e que o seu reino seria destruído, o rei dirigiu-se às muralhas, desembainhou a espada e nelas descarregou a sua fúria. A terra estremeceu num ruído terrível e das suas entranhas saíram línguas de fogo enquanto que o mar se levantou sobre a terra e a engoliu. No fim de tudo, restaram apenas as nove ilhas dos Açores e o palácio da princesa, transformado agora na Lagoa das Sete Cidades dividida em duas lagoas: uma verde como o vestido da princesa e a outra azul da cor dos seus sapatos.

A lagoa das Sete Cidades é o maior lago de água doce dos Açores, ocupando uma área de 4,35 km quadrados na parte oeste da ilha de São Miguel. A lagoa das Sete Cidades é um duplo lago composto pelas lagoas Verde e Azul, ligadas por canal pouco profundo atravessado por uma ponte baixa sobre a qual passa a estrada de acesso à freguesia das Sete Cidades. O comprimento máximo do lago, no sentido norte-sul, é de 4,2 km, por uma largura de 2,0 km. A profundidade máxima é de 33 m. Existem muitas lendas sobre estas duas lagoas, incluindo a da princesa e do pastor.
Lagoa das Sete Cidades

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Santo António











Em Portugal, Santo António é muito venerado na cidade de Lisboa e o seu dia, 13 de Junho, é feriado municipal.
As festas em honra de Santo António começam logo na noite do dia 12. Todos os anos a cidade organiza as marchas populares, grande desfile alegórico que desce a Avenida da Liberdade (principal artéria da cidade), no qual competem os diferentes bairros.






Os rapazes compram um manjerico (planta aromática) num pequeno vaso, para oferecer às namoradas, as quais trazem bandeirinhas com uma quadra popular, por vezes brejeira ou jocosa.






A festa dura toda a noite e, um pouco por toda a cidade, há arraiais populares, locais de animação engalanados onde se comem sardinhas assadas na brasa, febras de porco (fêveras), come-se também o caldo verde (uma sopa feita com couve tipo mineira, cortada aos fiapos,o que lhe confere uma cor esverdeada) e se bebe vinho tinto.






Ouve-se música e dança-se até de madrugada, sobretudo no antigo e muito típico Bairro de Alfama.






Santo António é o santo casamenteiro, por isso a Câmara Municipal de Lisboa costuma organizar, na Sé Patriarcal de Lisboa, o casamento de jovens noivos de origem modesta, todos os anos no dia 13 de Junho. São conhecidos por 'noivos de Santo António', recebem ofertas do município e também de diversas empresas, como forma de auxiliar a nova família.







Santo António de Lisboa (para os italianos Santo António de Pádua), com o nome de batismo Fernando Martim de Bulhões e Taveira Azevedo, (Lisboa, cerca de 1191 / 1195 – Pádua, 13 de Junho de 1231), foi um frade franciscano português, canonizado pela Igreja Católica e por esta proclamado Doutor da Igreja.







Primeiramente foi frade agostiniano em Coimbra (1210), depois frade franciscano conventual (1220), viajou muito, vivendo inicialmente em Portugal, depois na Itália e na França. No ano de 1221 passou a fazer parte do Capítulo Geral da Ordem de Assis, a convite do próprio Francisco, o fundador. Foi professor de Teologia e grande pregador. Foi convidado por São Francisco para pregar contra os Albigenses em França. Foi transferido depois para Bolonha e de seguida para Pádua. Morreu aos 36 anos.



Santo António de Lisboa é considerado por muitos católicos um grande taumaturgo, sendo-lhe atribuído um notável número de milagres, desde os primeiros tempos após a sua morte até aos dias de hoje.

10 de JunhoDia de Portugal de Camões e das Comunidades Portuguesas

No dia 10 de Junho celebramos o Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas.
Quando nasceu este feriado?
O 10 de Junho nasceu com a República quando Lisboa escolheu para feriado municipal o 10 de Junho, em honra de Camões.
Camões representava o génio da pátria, representava Portugal na sua dimensão mais esplendorosa e mais genial e era este o significado que os republicanos atribuíam ao 10 de Junho.

O 10 de Junho, dia de Camões, começou a ser festejado a nível nacional com o Estado Novo, um regime instituído em Portugal em 1933, sob a direcção de António de Oliveira Salazar.

O Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas é pois um tributo à data do falecimento de Luís Vaz de Camões em 1580, é utilizada para relembrar os feitos passados do povo lusitano E também os milhões de Portugueses que vivem fora do seu país natal.

Durante o Estado Novo, o 10 de Junho continuou sendo o Dia de Camões. O regime apropriou-se de determinados heróis da república, não no sentido laico que os republicanos pretendiam, mas num sentido nacionalista e de comemoração colectiva histórica e propagandística.

Até ao 25 de Abril de 1974, o 10 de Junho era conhecido como o Dia de Camões, de Portugal e da Raça, este último epíteto criado por Salazar na inauguração do Estádio Nacional do Jamor em 1944 em memória das vítimas da Guerra Colonial Portuguesa.

A partir de 1963, o 10 de Junho tornou-se numa homenagem às Forças Armadas Portuguesas, numa exaltação da guerra e do poder colonial[1]. Com uma filosofia diferente, a Terceira República converteu-o no Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas em 1978.

Camões:

Confessa aos amigos que sente despedaçados todos os valores em que acredita, ele, homem de princípios cristãos. Aflito com as diferenças entre utopia e realidade, aspiração e recompensa. Já escrevera sobre a contradição entre o que julga ser moral, racional e o que realmente testemunha e vive. É o "desconcerto do Mundo, em que os bons vê sempre passar no mundo graves tormentos, os maus vê sempre nadar em mar de contentamentos" . Tais injustiças passam a ser tema constante na sua lírica. Descreve os seus infortúnios, aponta com desprezo a sede cobiçosa, o querer tiranizar . Também não lhe escapam as transformações às quais os homens estão sujeitos:

Pensavam que este poema era de José Afonso ? Não é de Camões e é cantado por José Mário Branco

"Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades
Muda-se o Ser, muda-se a confiança;
Todo mundo é composto de mudança,
Tomando sempre novas qualidades."



Outro poema de Camões

"Erros meus, má fortuna, amor ardente
Em minha perdição se conjuraram;
Os erros e a fortuna sobejaram,
Que para mim bastava amor somente.
Tudo passei; mas tenho tão presente
A grande dor das cousas que passaram,
Que as magoadas iras me ensinaram
A não querer já nunca ser contente.
Errei todo o discurso dos meus anos;
Dei causa a que a fortuna castigasse
As minhas mais fundadas esperanças.
De amor não vi se não breves enganos.
Oh! quem tanto pudesse, que fartasse
Este meu duro Génio de vinganças!"




AC/ DC 3 de Junho em Alvalade

Tive a sorte de poder assistir a este concerto magnifico.

AC/DC é uma banda de rock formada em Sydney, Austrália em 1973 pelos irmãos Angus e Malcolm Young.

A banda é normalmente classificada como hard rocke considerada uma das pioneiras do heavy metal AC/DC é uma banda de rock australiana, que além de ser uma das pioneiras nos estilos hard rock e heavy Metal (tocam também blues), é também um dos nomes mais respeitados e influentes da música mundial.

O grupo foi formado em Sydney, Austrália, em dezembro de 1973 e desde então vem lançando verdadeiras “pérolas” do rock and roll. Os seus álbuns atingiram números de vendas colossais, estimado em 160 milhões de cópias em todo o mundo. A banda teve influências de bandas como The Yardbirds, The Who, The Rolling Stones, Led Zeppelin e The Kinks. O nome AC/DC é pronunciado uma letra por vez ("Ei ci di ci") em inglês, embora a banda seja conhecida por seus fãs australianos como "Acca Dacca".

segunda-feira, 1 de junho de 2009

O meu bairro , a minha rua

Considerações históricas
Os Olivais pela sua posição próxima de Lisboa, com uma situação paisagística excepcional, desfrutando da orientação nascente da encosta e de magníficas vistas sobre o rio, a par da fertilidade do solo, vocacionou-se no passado para actividades agrícolas e pecuárias e para o lazer de privilegiadas famílias lisboetas.
Restam hoje como testemunhos as Quintas da Fonte do Anjo e do Contador-Mor como testemunhos significativos dessa grandeza.

Actualmente, na Freguesia dos Olivais, todos estes padrões coexistem: uma frente ribeirinha, portuária, um povoamento expontâneo, outros planificados, uma zona industrial e um aeroporto internacional.
A preocupação de fornecer aos habitantes dos Olivais um ambiente urbano de qualidade com a inclusão da presença de uma componente artística levou a que fossem escolhidos os mais prestigiados e experientes projectistas de edifícios de habitação.
Da aplicação destes princípios resulta uma estrutura urbana e uma paisagem únicas em Lisboa: sobre um manto relvado, quase contínuo, os blocos e torres, as duas formas de edifícios que o Movimento Moderno inventou, dispõem-se isolados, permitindo que a escola primária surja entre eles rodeada de verdes e que as funções vivificadoras da vida urbana, o comércio, os serviços, e o equipamento edificado de convívio se concentrem no centro cívico.
As vias de circulação automóvel e os passeios separam-se e o acesso aos edifícios de habitação faz-se por impasses, impedindo atravessamentos do interior das zonas que se exigem tranquilas.
Os edifícios procuram o Sol porque à sua organização exterior assim o é exigido.

Os Olivais encarnam a primeira aplicação urbana, em larga escala, dos princípios da Carta de Atenas : ar, sol, verdura. (A Carta, que trata da chamada Cidade Funcional, prega a separação das áreas residenciais, de lazer e de trabalho, propondo, no lugar do caráter e da densidade das cidades tradicionais, uma cidade-jardim, na qual os edifícios se localizam em áreas verdes pouco densas. Tais preceitos influenciaram o desenvolvimento das cidades européias após a Segunda Guerra Mundial e a criação do Plano Piloto de Brasília por Lúcio Costa).

A cargo do GTH(Gabitete Técnico da Habitação),o projecto deste bairro tendo este sido criado como serviço municipal há 50 anos, subsistiu até 1990 e contribuiu de forma inovadora para a expansão urbanística da cidade de Lisboa e para o acesso à habitação de muitas famílias. Foi um verdadeiro laboratório, através de operações de grande escala, inéditas no quadro nacional.

A intervenção maciça de arquitectos e outros técnicos no maior conjunto de habitação social até então planeado, foi uma escola de projecto colectivo e multi-disciplinar. Actuou inicialmente nas zonas definidas pelo Decreto-Lei n.º 42.454 de 1959 – Olivais Norte, Olivais Sul e Chelas –
, visando resolver a crise habitacional em Lisboa.
Alguns aspectos relevantes dos processos lançados pelo GTH foram:
- Representação fidedigna dos princípios da Carta de Atenas (Olivais Norte), como em poucos casos na Europa;
- Intervenção da arquitectura paisagística;- Pioneira integração de arte pública em habitação social (Olivais)

Nos anos 50 vivia-se intensamente o apelo, então em voga, da integração das três artes: arquitectura, pintura e escultura. Sucedeu que, logo nas primeiras obras, fossem encontradas condições para as levar à prática de forma exuberante».

Para além das modalidades tradicionais, como o mosaico e o azulejo, os relevos em pedra e a calçada a preto-e-branco, explorou-se em larga escala as paredes em betão nu – nessa altura uma novidade.

João Lopes Segurado,Jorge Vieira,António Pinto Freitas, Lima de Freitas, Rogério Ribeiro , António Lino , Fernando Conduto, Maria Keil Jorge Vieira , António Charrua , Vasco Pereira da Conceição , António Alfredo , António Branco de Paiva , Querubim Lapa , Relogio ,Nuno Portas entre outros são nomes notáveis dos artistas plásticos, que colaboraram neste grande projecto deixando na arte urbana uma galeria de arte pública onde se podem ver um conjunto de obras de arte de grande qualidade e de diferentes expressões, técnicas e tendências estéticas.

Os projectos desenvolvidos destacaram-se pela intervenção da arquitectura paisagística, pela integração na arte pública na habitação social, no caso dos Olivais, e na aposta do espaço público como princípio do desenho urbano , encontram-se como figuras destacadas do urbanismo e da arquitectura portuguesa, os arquitectos ,Nuno Portas e António Pinto de Freitas José Rafael Botelho, Nuno Teotónio Pereira, Bartolomeu da Costa Cabral, Álvaro Dentinho, Manuel Tainha, Duarte Castel-Branco, Francisco Silva Dias, Nuno Portas, António Reis Cabrita, Raúl Hestnes Ferreira, Tomás Taveira, Luís Vassalo Rosa, Carlos Duarte e Gonçalo Byrne ou os engenheiros Aquilino Ribeiro Machado, Jorge de Carvalho Mesquita, Ruy Poole da Costa e José Rumina Dinis, entre muitos outros.
Um factor exógeno ao desenvolvimento da freguesia dos Olivais e que tem vindo a ter alguma importância na sua evolução, e que marcará por certo a sua história, foi a realização em 1998 da Exposição Internacional, integrada na Programação das Comemorações das Descobertas Portuguesas, cujo tema foi “ O Mar e os Oceanos “.
A realização deste certame, permitiu a criação de um parque ribeirinho na Zona Oriental de Lisboa de dimensões e características únicas no nosso país.

É neste bairro que eu moro.

Uma rua nos Olivais

Olivais A minha rua....
a minha porta
Moro na minha rua há 47 anos.




Os meus vizinhos conhecem-me desde pequenina, para comunicar-mos temos um sino entre quintais .




A Minha Horta

Uma horta no meio da cidade
Salsa de semeio

Xuxu

Maracujás

Couves e batatas



Couve portuguesa... a do caldo verde


Batatas é a primeira vez que plantamos


Hortelã


Courgette


Pepineiros


Rúcula de semeio para transplante


As batatas ...


Xicória


Alfaces francesa e portuguesa
Mais alfaces
De novo as batatas...estamos maravilhados

As várias plantações

Morangos

Salsa. Coentros. Piripiri e rúcola


Alfaces

Os passadiços e a rega
Parece fácil não parece .... mas este terreno atrás da casa era um terreno de entulhos .
O meu marido no início fez estas vedaçoezinhas poéticas iguais aquelas que temos na imaginação do que deveria ser uma horta, depois a terra foi peneirada centímetro a centimetro numa profundidade de um metro de onde foram extraidas três toneladas de pedras.
Sendo a terra um "barrinho dos olivais"pouco fertil foi construido na frente da casa um compostor e deitados diariamente restos de alimentos vegetais, aparas das plantas e relva.
De seis em seis meses é extraido do compostor uma boa quantidade de terra fertil que tem servido para adubar a horta.
O resultado é este ....